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Mostrando postagens de outubro, 2025

Ainda há tempo!

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Mudar de vida é sempre possível, ainda há tempo, pois a morte ainda não chegou! Mudará a vida ao virar a página, ao deixar ir, ao soltar as amarras, desligar o laço, sair do abraço.  Alterar o rumo e desviar a rota, deixar -se perder para não ser mais achado. Sumir do mundo de quem nunca nos inclui nele. Velejar por mares novos, modificar a bússola para tentar se encontrar novamente.  Há tempo ainda para se encontrar a si, encontrar novamente aquela pessoa que tinha sonhos e planos, mas no descompasso do ritmo, aceleramos e deixamos pra trás.  Esta pessoa ainda está lá onde você a deixou, basta dar um passo atrás e buscá-la com a mão... Olhe no espelho, lá está...é você mesmo!

A Felicidade e o mito do tempo!

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 A felicidade está nas pequenas coisas!  A Felicidade é Agora Vivemos em uma sociedade que constantemente nos empurra para o futuro: o próximo objetivo, o próximo trabalho, a próxima conquista. Muitas vezes acreditamos que seremos felizes “quando algo acontecer” — quando alcançarmos determinada meta, quando tivermos mais dinheiro, quando encontrarmos a pessoa certa. Mas a verdade é que a felicidade não está em um destino distante. Ela acontece no presente. A felicidade é agora. 🌟 O mito da felicidade no futuro É comum associarmos a felicidade a conquistas externas: o carro novo, a viagem dos sonhos, o corpo perfeito. Essas realizações podem sim trazer momentos de alegria, mas não sustentam uma felicidade duradoura. Afinal, sempre haverá uma nova meta, um novo desejo. Quando colocamos a felicidade no futuro, nos tornamos eternos “buscadores”, esquecendo de viver o momento presente. 🌱 A felicidade no cotidiano A verdadeira felicidade está nos pequenos detalhes do dia a dia: O ...

Felicidade é agora!

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  Quanto custa viver o momento, ao invés de esperar pela oportunidade única de ser feliz...esta seria a pergunta que mudaria totalmente a visão de mundo e a forma de viver de qualquer pessoa que queira acordar do torpor de viver alucinadamente e aceleradamente. Qual ocasião seria a ideal para que meu coração vibrasse tanto, ao ponto de deslocar a respiração e provocar a dilatação das pupilas e fazer brotar dos lábios aquele sorriso contagiante...porque não!!! Mas, insistimos em achar que devemos reservar a melhor roupa, o melhor cabelo, a melhor bebida, o melhor copo, o melhor talher, para uma ocasião que nem sequer sabemos se virá! E o pior: quando virá! Acorda alma ansiosa e carente, sedenta de uma felicidade futura que nem existe, porque a felicidade é agora!

Quando a vida passa ligeiro!

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  A vida passa ligeiro  Como a vida corre, como as horas passam e, sem nos dar conta, voamos!                                                                                                                                                                                                    Sabemos onde ir ou navegamos sem rumo no imenso mar da existência e possibilidades...sei lá! Criamos expectativas  a respeito dos outros e até de nós mesmos, acreditando que controlamos tudo e todos, pensand...

Felicidade, pequenas atitudes para criar uma vida mais plena e significativa.

 Hoje, ao conversar com um amigo sobre as relações amorosas atualmente, constatei que chegamos a um ponto de estrangulamento afetivo: o amor morreu! Deixe-me explicar melhor: a capacidade de amar sofreu um desgaste de tal monta, que eu ousaria dizer que, infelizmente, o ser humano não consegue mais se doar, amar incondicionalmente sem esperar nada em troca. Mas, por qual razão alguém esperaria algo em troca quando ama, se o próprio conceito de amor é doar. Simples, no mundo em que vivemos, cujo centro está reservado para o ser narciso, o homem como o centro do universo, nos moldes do Renascimento e posterior Humanismo. O ser humano perdeu o senso do amor quando imprimiu em suas relações amorosas a dinâmica do capitalismo (sim, capitalismo, e não sou comunista, na expressão conhecida politicamente) e, o mais interessante é que ninguém se dá conta disso. Quando procuramos alguém para se relacionar, buscamos satisfação e completude, porém, somos, muitas vezes, incapazes de satisfazer ...